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Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 29 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Sei que estou sumida e sei que devo vídeos para vocês, mas com o tempo tudo vai se ajeitando e voltando a rotina de sempre. Estou na correria como sempre, curso, trabalhos, estágio e mais alguns contra-tempo do dia a dia, mas estou de volta.
Bom vamos a postagem de hoje, voltada para o tema do blog: tudo sobre talassemia
Bom vamos a postagem de hoje, voltada para o tema do blog: tudo sobre talassemia
O Código de Ética Médica, que todo médico é obrigado a cumprir, é bem claro: o profissional tem que esclarecer o paciente sobre procedimentos a serem realizados, tratamentos a serem seguidos, remédios a serem tomados.
Após uma explicação clara de benefícios, riscos e alternativas, cabe ao paciente, ou a seus familiares, escolher o que fazer.
Mas isso é possível nos escassos minutos de uma consulta no sistema público ou em médicos de convênio? A julgar pelas reclamações de pacientes, não.
O mais comum é uma relação autocrática, em que o médico diz o que deve ser feito, e o paciente se submete.
A chamada medicina compartilhada, em que as decisões são tomadas conjuntamente pelo médico e pelo paciente, é um ideal perseguido em todo o mundo. Não apenas por questões éticas, mas também práticas.
O paciente bem informado sobre o tratamento e que, conscientemente decidiu adotá-lo, tende a segui-lo de forma correta, o que aumenta os índices de cura.
Os entraves aparecem na seguinte ordem: falta de tempo (no sistema público, há consultas que não chegam a 5 minutos, e mesmo médicos particulares alegam trabalhar em vários hospitais para encurtar o atendimento e agendam quatro ou mais consultas numa hora); falta de habilidade do médico para se comunicar de forma clara; falta de compreensão por parte dos pacientes.
“Muitos pacientes reclamam que os médicos não tocam neles, não conversam, não explicam o diagnóstico nem o tratamento. Depois, há a reclamação de que esses pacientes abandonam o tratamento. O médico precisa ter o doente como aliado, e só consegue isso com informação, com convencimento de que o caminho que está indicando é o melhor e realmente necessário”, afirma Merula Steagall, presidente da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e da Abasta (Associação Brasileira de Talassemia).
Merula fala com conhecimento de causa. Há mais de 40 anos convive com uma doença crônica (a talassemia), diagnosticada aos 2 anos, quando os médicos informaram sua família que ela teria poucos anos de vida. “Mesmo eu, às vezes, penso em relaxar o tratamento. Mas aí vale a relação com o médico, que sabe envolver até minha família para me incentivar”, afirma.
Para o presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), o psiquiatra Mauro Aranha, o problema não é o tempo das consultas, mas a falta de um vínculo maior entre médico e paciente. “No Brasil, a ênfase está na medicina curativa. A pessoa só procura um médico quando os sintomas já são graves. Aí, vai ao pronto atendimento, e cada dia fala com um profissional diferente. Não há continuidade. E, sem isso, não há como construir uma relação de confiança”, afirma.
O QUE DIZ O CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA?
Com experiência de 35 anos de consultório, o geriatra Eduardo Carlos Ferraro vai na mesma linha e aponta que o problema não se restringe ao sistema público, ocorre também com os usuários de planos de saúde, que alcançam um em cada quatro brasileiros.
“É preciso que exista uma relação de confiança entre o médico e o paciente, até para que seja profícua essa discussão sobre terapêutica. Mas isso está cada vez mais difícil porque o paciente não é mais do médico, é do convênio. A pessoa escolhe o médico não por indicação de alguém ou por conhecê-lo, mas se ele atende no seu convênio e se é perto da sua casa.
Ao mudar de convênio, ou se o médico se descredenciar, acabou a relação”, afirma Ferraro.
“A relação médico-paciente se desenvolve com o tempo. É preciso conhecer bem a pessoa, fazer as perguntas certas. E não só sobre a doença, mas sobre o indivíduo. Só assim se posse oferecer um tratamento ideal. Depois, é preciso explicá-lo, para que a pessoa entenda que é o melhor e se comprometa a segui-lo”, diz.
Respeitar e incentivar a autonomia do paciente na hora de definir tratamentos e medicamentos também traria mais transparência à medicina e inibiria práticas aéticas e criminosas como as da “máfia das próteses” (médicos recebiam de fabricantes de próteses e órteses para indicar cirurgias e colocação dessas peças em pacientes que não as necessitavam) e de hospitais que premiam médicos que solicitam mais exames ou outros procedimentos, o que gera mais lucro para a instituição.
Há também relatos de médicos que recebem de laboratórios para receitar seus remédios em vez de similares mais baratos.
“O paciente precisa perguntar. Não pode sair de uma consulta com dúvidas. Deve pedir explicações sobre o diagnóstico, os exames pedidos, se há alternativas de tratamento ou remédio, e o médico precisa dar opções”, afirma Florentino Cardoso, presidente da AMB (Associação Médica Brasileira).
Pensando nisso, a Agency for Healthcare Research and Quality, ligada ao Departamento de Saúde do governo americano, preparou uma espécie de cartilha para ajudar os pacientes a questionar os médicos.
Muitas perguntas são óbvias —como: para que serve o exame que o terei que fazer? O que pode detectar, mas funcionam como um roteiro para abordar os médicos.
Questione seu médico“O paciente deve perguntar, sim. E o médico não vai ficar irritado. Não pode haver dúvidas de que médico e paciente têm um interesse comum, que é a cura”, afirma o presidente do Cremesp.
Também vale buscar uma segunda ou terceira opinião antes de se submeter a um tratamento não rotineiro.
“O paciente não pode ter medo do médico, e os médicos precisam deixar os pacientes mais à vontade. Precisam também deixar de lado os termos técnicos e usar uma linguagem clara para leigos. Além disso, nós, na AMB, incentivamos as pessoas a procurarem uma segunda ou terceira opinião quando estiverem com dúvidas, inseguras”, diz Cardoso.
É consenso que, se médicos e pacientes seguirem essas receitas, reduzem-se as chances das ações de máfias, de erros e de desperdícios na saúde.
Fonte: Folha de S. Paulo Online | Cotidiano
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/03/30/paciente-deve-entender-opcoes-de-tratamentos-e-ajudar-a-coibir-erros/
“É preciso que exista uma relação de confiança entre o médico e o paciente, até para que seja profícua essa discussão sobre terapêutica. Mas isso está cada vez mais difícil porque o paciente não é mais do médico, é do convênio. A pessoa escolhe o médico não por indicação de alguém ou por conhecê-lo, mas se ele atende no seu convênio e se é perto da sua casa.
Ao mudar de convênio, ou se o médico se descredenciar, acabou a relação”, afirma Ferraro.
“A relação médico-paciente se desenvolve com o tempo. É preciso conhecer bem a pessoa, fazer as perguntas certas. E não só sobre a doença, mas sobre o indivíduo. Só assim se posse oferecer um tratamento ideal. Depois, é preciso explicá-lo, para que a pessoa entenda que é o melhor e se comprometa a segui-lo”, diz.
Respeitar e incentivar a autonomia do paciente na hora de definir tratamentos e medicamentos também traria mais transparência à medicina e inibiria práticas aéticas e criminosas como as da “máfia das próteses” (médicos recebiam de fabricantes de próteses e órteses para indicar cirurgias e colocação dessas peças em pacientes que não as necessitavam) e de hospitais que premiam médicos que solicitam mais exames ou outros procedimentos, o que gera mais lucro para a instituição.
Há também relatos de médicos que recebem de laboratórios para receitar seus remédios em vez de similares mais baratos.
“O paciente precisa perguntar. Não pode sair de uma consulta com dúvidas. Deve pedir explicações sobre o diagnóstico, os exames pedidos, se há alternativas de tratamento ou remédio, e o médico precisa dar opções”, afirma Florentino Cardoso, presidente da AMB (Associação Médica Brasileira).
Pensando nisso, a Agency for Healthcare Research and Quality, ligada ao Departamento de Saúde do governo americano, preparou uma espécie de cartilha para ajudar os pacientes a questionar os médicos.
Muitas perguntas são óbvias —como: para que serve o exame que o terei que fazer? O que pode detectar, mas funcionam como um roteiro para abordar os médicos.
Questione seu médico“O paciente deve perguntar, sim. E o médico não vai ficar irritado. Não pode haver dúvidas de que médico e paciente têm um interesse comum, que é a cura”, afirma o presidente do Cremesp.
Também vale buscar uma segunda ou terceira opinião antes de se submeter a um tratamento não rotineiro.
“O paciente não pode ter medo do médico, e os médicos precisam deixar os pacientes mais à vontade. Precisam também deixar de lado os termos técnicos e usar uma linguagem clara para leigos. Além disso, nós, na AMB, incentivamos as pessoas a procurarem uma segunda ou terceira opinião quando estiverem com dúvidas, inseguras”, diz Cardoso.
É consenso que, se médicos e pacientes seguirem essas receitas, reduzem-se as chances das ações de máfias, de erros e de desperdícios na saúde.
Fonte: Folha de S. Paulo Online | Cotidiano
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/03/30/paciente-deve-entender-opcoes-de-tratamentos-e-ajudar-a-coibir-erros/
segunda-feira, 27 de março de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Bom, sei que estou sumida mas como sempre é a correria do dia a dia. Hoje vou postar sobre talassemia novamente, em breve novidades no blog e no canal.
O acúmulo de ferro nas células do coração é uma das complicações de saúde mais temidas por portadores de talassemia major
Ensaio clínico
O acúmulo de ferro nas células do coração é uma das complicações de saúde mais temidas por portadores de talassemia major
Ensaio clínico
O acúmulo de ferro nas células do coração, que pode resultar em insuficiência cardíaca ou arritmias fatais, é uma das complicações de saúde mais temidas por portadores de talassemia major – doença hereditária popularmente conhecida como anemia do mediterrâneo.
Em artigo publicado na revista Blood, pesquisadores brasileiros demonstraram que o problema pode ser combatido com o uso diário de anlodipina – um medicamento barato, com poucos efeitos colaterais e já disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de hipertensão.
“Esse fármaco tem sido usado na clínica há décadas e é considerado seguro para adultos e crianças. Pode ser aliado à terapia convencional com grande benefício para os pacientes e poucos efeitos colaterais”, afirmou Juliano de Lara Fernandes, pesquisador do Instituto de Ensino e Pesquisa José Michel Kalaf, em Campinas, e coordenador do estudo apoiado pela FAPESP.
O trabalho foi feito em parceria com pesquisadores do Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Centro Infantil Boldrini e Centro de Hematologia de São Paulo, entre outros.
Conforme explicou Fernandes, a talassemia major é causada por uma mutação genética que compromete a estrutura da hemoglobina – proteína que confere a cor vermelha ao sangue. Como resultado, formam-se hemácias mais frágeis, com menor tempo de duração no organismo e menor capacidade de transportar oxigênio.
Para evitar os prejuízos decorrentes da anemia crônica, os portadores da doença precisam receber transfusões sanguíneas a cada três ou quatro semanas. O tratamento, porém, causa um efeito adverso: aumenta a concentração de ferro no organismo.
“Normalmente, quando novas hemácias são produzidas, o estoque de ferro já presente nas células antigas é reaproveitado. Porém, quando o paciente recebe uma transfusão, com o sangue vem uma quantidade extra do mineral. Após dez transfusões, a concentração chega a dobrar”, explicou o pesquisador.
Como não há no corpo humano mecanismos para excretar o ferro excedente, a substância começa a se acumular nas células de diversos órgãos – especialmente no coração e no fígado. Para minimizar o problema, os pacientes costumam ser tratados com medicamentos quelantes, substâncias capazes de se ligar ao ferro, produzindo um composto que pode ser excretado por meio da urina ou das fezes.
“A terapia quelante funciona bem em órgãos periféricos, mas depois que o mineral entra nas células do coração é difícil retirá-lo de lá. As disfunções miocárdicas são hoje a principal causa de mortalidade entre os talassêmicos e podem surgir a partir dos 10 anos de idade”, afirmou Fernandes.
Segundo o pesquisador, o grande problema ocorre quando entra nas células cardíacas uma espécie tóxica de ferro conhecida como NTBI (ferro livre não ligado à transferrina, na sigla em inglês), que pode causar a morte celular. Normalmente, esse tipo de molécula está presente em pequenas quantidades na circulação, mas sua concentração pode aumentar com as sucessivas transfusões.
Enquanto no fígado as moléculas de ferro NTBI podem entrar e sair livremente sem grandes prejuízos ao órgão, para penetrar nas células cardíacas elas dependem de um tipo específico de canal, cujo papel principal é levar moléculas de cálcio para o meio intracelular.
“Pensamos então que drogas capazes de bloquear esse canal de cálcio poderiam também evitar a entrada do ferro tóxico nas células cardíacas e aumentar a eficácia da terapia quelante. Os bloqueadores de canal de cálcio são fármacos já amplamente usados para tratar problemas como hipertensão e arritmias”, contou Fernandes.
Para testar a hipótese, foram selecionados 62 pacientes com talassemia major divididos em dois grupos. Como a doença é rara, o número é considerado bastante representativo. Os dois grupos de estudo receberam a terapia quelante convencional, mas apenas um teve o tratamento associado à anlodipina. O outro recebeu placebo.
Antes de iniciar o ensaio clínico, todos os pacientes foram submetidos a um exame de ressonância magnética cardíaca e hepática, que permite verificar se há sobrecarga de ferro nos órgãos. De acordo com o resultado, os participantes de cada grupo foram subdivididos entre aqueles com ou sem acúmulo de ferro cardíaco inicial. Após um ano de seguimento, os exames foram repetidos.
“Nos pacientes que apresentavam sobrecarga inicial de ferro cardíaco e foram tratados com anlodipina, foi observada uma redução de 21% na concentração do mineral nos órgãos, enquanto naqueles que tinham sobrecarga e receberam apenas quelante e placebo houve um aumento de 2%”, contou o pesquisador.
Já quando foram comparados apenas os dados dos subgrupos sem sobrecarga, os resultados dos que receberam anlodipina foram semelhantes aos dos participantes que receberam placebo.
“Possivelmente, seria necessário um acompanhamento mais longo para ver os benefícios da terapia preventiva com anlodipina, ou seja, para quem ainda não sofre com a sobrecarga de ferro. No entanto, para os pacientes que já apresentam acúmulo de ferro, os resultados mostram que vale a pena usar anlodipina. Não precisa mudar a terapia que já é feita, basta acrescentar o anti-hipertensivo por via oral diariamente”, avaliou Fernandes.
De acordo com o pesquisador, existem atualmente no Brasil cerca de 350 pacientes com talassemia major – forma mais grave da doença associada à presença da mutação em homozigose (herdada por parte do pai e da mãe). Já os portadores de talassemia intermedia (mutação herdada de apenas um dos progenitores) somam aproximadamente 700 pessoas no Brasil e podem não apresentar sintomas ou ter uma manifestação mais leve da doença, necessitando de transfusões com menos frequência.
O artigo A randomized trial of amlodipine in addition to standard chelation therapy in patients with thalassemia major (doi: 10.1182/blood-2016-06-721183) pode ser lido em www.bloodjournal.org/content/128/12/1555.long?sso-checked=true.
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/02/01/estudo-propoe-novo-protocolo-para-o-tratamento-de-talassemia/
Fonte: Agência FAPESP
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Olá pessoal tudo bem com vocês?? Bom esse ano resolvi não colocar todos os materiais escolares de 2017 em um post no blog, resolvi fazer um vídeo com os materiais escolares desse ano.
Esse ano vou para o 4 semestre do curso técnico em química. Então se você quer ver meu material escolar desse ano, confira o vídeo disponível no canal do blog, aproveite para se inscrever no canal, compartilhar com seus amigos, comentem e sejam bem vindos ao canal.
Beijinhos
Esse ano vou para o 4 semestre do curso técnico em química. Então se você quer ver meu material escolar desse ano, confira o vídeo disponível no canal do blog, aproveite para se inscrever no canal, compartilhar com seus amigos, comentem e sejam bem vindos ao canal.
Beijinhos
Obs: Repostagem do vídeo, o outro vídeo deu um pequeno problema e tive que excluir, esse novo vídeo ficou um pouco mais longo, mas espero que gostem. Logo terá mais vídeos, como primeiro dia de aula, rotina de um talassemico maior, tudo sobre talassemia, preparação do desferal, manutenção e tudo sobre meu aparelho, tudo sobre meu curso, tutorial de maquiagem básica, vídeo aula de automaquiagem (maquiagem para o dia, maquiagem para noite), recebidos, e muito mais, por isso para não perder mais nenhum vídeo não deixem de se inscrever no canal e a cada vídeo assistido, deixe seu like, comente, compartilhe com seus amigos, isso ajuda muito no crescimento do canal e também é um incentivo para mim, assim saberei que vocês estão gostando dos vídeos e com certeza farei mais vídeos. Deixem suas sugestões de vídeos e postagem para o blog.
Beijinhooos
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Bom vamos a mais uma resenha de produtinhos....
Quando eu tinha mais ou menos uns 7 anos fiz minhas primeiras mechas no cabelo, depois de um tempo resolvi pintar os cabelos de castanho (minha cor natural). Aos 15 anos pintei novamente minhas madeixas, mas dessa vez de preto, confesso que não ficou do jeito que eu esperava. Depois de um tempo (meu cabelo estava na coloração dele - castanho escuro) resolvi que queria pintar de vermelho, mas sem descolorir, pensa em um processo que demorou mais ou menos uns 5 anos pintando para chegar num vermelhão legal??
Final do ano passado (2016) minha cabeleireira particular (minha mãe) me mostrou o novo tom de vermelho - Marsala - Simplesmente me apaixonei e queria pintar meu cabelo daquela cor, mas precisei descolorir pra chegar no tom que eu queria.
Depois de um tempo percebi que meus cabelos estavam ressecados demais e desbotado também, ai minha mãe me falou para ver alguma máscara de hidratação e foi onde pesquisando na internet da vida (google) descobri essa máscara maravilhoooooooosaaaaaaa da Mairibel e não teve outra, comprei logo um potão de 500g. Resultado: AMEEEEEEEEEEEIIIIIIIIII!! Estou apaixonadaaaaaaaa por essa máscara que além de hidratante, também matiza o cabelo em tom marsala (se o seu cabelo já estiver nessa tonalidade).
A máscara é muito cheirosa, bastante pigmentada (recomendo a aplicação com luva ou com ajuda de um cabeleireiro) além de deixar os cabelos bem hidratados.
Não tenho foto do produto agora (acabou.....e acabei jogando fora o pote antes de tirar foto), mas deixarei o link de um blog super legal onde também tem uma ótima resenha sobre essa máscara.
Resenha Máscara - Linda Com Farofa
Espero que tenham gostado dessa resenha....
Quando eu tinha mais ou menos uns 7 anos fiz minhas primeiras mechas no cabelo, depois de um tempo resolvi pintar os cabelos de castanho (minha cor natural). Aos 15 anos pintei novamente minhas madeixas, mas dessa vez de preto, confesso que não ficou do jeito que eu esperava. Depois de um tempo (meu cabelo estava na coloração dele - castanho escuro) resolvi que queria pintar de vermelho, mas sem descolorir, pensa em um processo que demorou mais ou menos uns 5 anos pintando para chegar num vermelhão legal??
Final do ano passado (2016) minha cabeleireira particular (minha mãe) me mostrou o novo tom de vermelho - Marsala - Simplesmente me apaixonei e queria pintar meu cabelo daquela cor, mas precisei descolorir pra chegar no tom que eu queria.
Depois de um tempo percebi que meus cabelos estavam ressecados demais e desbotado também, ai minha mãe me falou para ver alguma máscara de hidratação e foi onde pesquisando na internet da vida (google) descobri essa máscara maravilhoooooooosaaaaaaa da Mairibel e não teve outra, comprei logo um potão de 500g. Resultado: AMEEEEEEEEEEEIIIIIIIIII!! Estou apaixonadaaaaaaaa por essa máscara que além de hidratante, também matiza o cabelo em tom marsala (se o seu cabelo já estiver nessa tonalidade).
A máscara é muito cheirosa, bastante pigmentada (recomendo a aplicação com luva ou com ajuda de um cabeleireiro) além de deixar os cabelos bem hidratados.
Não tenho foto do produto agora (acabou.....e acabei jogando fora o pote antes de tirar foto), mas deixarei o link de um blog super legal onde também tem uma ótima resenha sobre essa máscara.
Resenha Máscara - Linda Com Farofa
Espero que tenham gostado dessa resenha....
Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Comigo está tudo ótimo, graças a Deus. Peço desculpas pelo sumiço do blog, correria de final de ano, provas finais, mas estou de férias agora e terei mais tempo para postar no blog!! Prometo a vocês postar mais no blog, terá postagens pelo menos duas ou três vezes na semana durante esse mês de Janeiro e depois que voltar as aulas irei postar pelo menos duas vezes por semana. Já no canal do blog para youtube, sei que está parado mas logo irei postar mais vídeos. Em relação aos vídeos, vou tentar postar pelo menos uma vez por semana.
Desde já um feliz 2017 a todos!!
Vamos a primeira postagem do ano!!
No início de 2015, foi aprovado nos Estados Unidos o uso do quelante oral Jadenu. Ele é composto pelo Deferasirox, mesmo componente do Exjade, já utilizado pelos brasileiros portadores de talassemia. A diferença é que a nova versão deve ser ingerida como comprimido e é melhor absorvida pelo estômago.
Este medicamento não tem a intenção de agir de maneira diferente no organismo do paciente, e sim facilitar a administração do quelante de ferro. Estudiosos acreditam que para o portador de talassemia seja melhor tomar o comprimido, ao invés de dissolvê-lo em líquido.
Sua função é se ligar ao ferro em excesso, em especial em órgãos como o coração e fígado, e produzir um composto que será excretado pelas fezes. "O Jadenu pode ser tomado em jejum ou depois de uma refeição leve, diferente do Exjade, que só pode ser ingerido em jejum. Mas o que ainda não se sabe é se o Jadenu realmente é seguro ou eficaz quando tomado com outra terapia quelante de ferro, por isso, até que mais estudos sejam realizados, é importante não combiná-lo", explica a Dra. Sandra Loggetto, hematologista do Comitê Médico Científico da ABRASTA.
Ele é indicado para pessoas acima dos dois anos de idade, que já receberam entre 10 a 20 transfusões de hemácias e que tenham duas medidas de ferritina sérica acima de 1.000ng-dL.
"Os efeitos colaterais são os mesmos do Exjade, já que a molécula utilizada também é a mesma. Assim, é possível que os pacientes apresentem náusea, vômito, diarreia, dor de estômago, além de alterações na função dos rins e fígado. Aliás, se o paciente tiver algum problema grave nestes dois órgãos, não devem receber tratamento com nenhum destes medicamentos", explicou a Dra Sandra.
O Jadenu, que teve boa aceitação nos Estados Unidos, não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e ainda não é comercializado no Brasil.
Fonte: InfoAbrasta
Edição 35
Ano 11
Dez-Jan-Fev 2017
Página: 5
Desde já um feliz 2017 a todos!!
Vamos a primeira postagem do ano!!
No início de 2015, foi aprovado nos Estados Unidos o uso do quelante oral Jadenu. Ele é composto pelo Deferasirox, mesmo componente do Exjade, já utilizado pelos brasileiros portadores de talassemia. A diferença é que a nova versão deve ser ingerida como comprimido e é melhor absorvida pelo estômago.
Este medicamento não tem a intenção de agir de maneira diferente no organismo do paciente, e sim facilitar a administração do quelante de ferro. Estudiosos acreditam que para o portador de talassemia seja melhor tomar o comprimido, ao invés de dissolvê-lo em líquido.
Sua função é se ligar ao ferro em excesso, em especial em órgãos como o coração e fígado, e produzir um composto que será excretado pelas fezes. "O Jadenu pode ser tomado em jejum ou depois de uma refeição leve, diferente do Exjade, que só pode ser ingerido em jejum. Mas o que ainda não se sabe é se o Jadenu realmente é seguro ou eficaz quando tomado com outra terapia quelante de ferro, por isso, até que mais estudos sejam realizados, é importante não combiná-lo", explica a Dra. Sandra Loggetto, hematologista do Comitê Médico Científico da ABRASTA.
Ele é indicado para pessoas acima dos dois anos de idade, que já receberam entre 10 a 20 transfusões de hemácias e que tenham duas medidas de ferritina sérica acima de 1.000ng-dL.
"Os efeitos colaterais são os mesmos do Exjade, já que a molécula utilizada também é a mesma. Assim, é possível que os pacientes apresentem náusea, vômito, diarreia, dor de estômago, além de alterações na função dos rins e fígado. Aliás, se o paciente tiver algum problema grave nestes dois órgãos, não devem receber tratamento com nenhum destes medicamentos", explicou a Dra Sandra.
O Jadenu, que teve boa aceitação nos Estados Unidos, não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e ainda não é comercializado no Brasil.
Fonte: InfoAbrasta
Edição 35
Ano 11
Dez-Jan-Fev 2017
Página: 5
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Comigo tá tudo bem, sei que ando sumida mas como sempre é a correria do dia a dia, estou tentando postar pelo menos uma vez por semana mas está complicado.
Bom vamos ao post de hoje: Dreamers. Mas o que significa essa palavra? Essa palavra significa sonhos, isso mesmo, sonhos.
Cada um de nós temos sonhos em nossa vida, como por exemplo cursar uma faculdade, conhecer um ídolo, ter um celular moderno, um computador, enfim todos nós temos sonhos na vida, mas daí tal vez você deva estar se perguntando: Será que um dia vou conseguir realizar meus sonhos? É eu tenho a solução dessa pergunta para você. Sim sonhos são possíveis de se realizar, basta você ter primeiramente fé e também muita persistência, lutar por aquilo que você tanto busca, tanto almeja que sonhos são possíveis de se realizar.
Já realizei alguns sonhos, mas 3 deles ainda não. Meu sonho de conhecer meu espelho, Merula, se realizou; meu sonho de fazer um curso de maquiagem se realizou; meu sonho de ter uma bombinha crono se realizou.
Mas como disse anteriormente, 3 deles ainda não se realizaram, e quais são?
1- Ganhar uma bolsa para cursar medicina
2 - Conhecer Londres
3 -Conhecer o cantor Daniel
Sou formada em técnico em farmácia, sou maquiadora profissional e atualmente estou cursando técnico em química, mas meu sonho sempre, sempre foi ser médica hematologista pediátrica e creio que um dia vai se tornar realidade, creio que um dia isso vai acontecer, eu acredito que um dia vou realizar esses sonhos, tudo é possível para Deus, como disse antes, basta acreditar e lutar para então conseguir realizar o sonho que tanto almeja para sua vida.
Beijinhos e até o próximo post
Fernanda Rebeque Rebello
Bom vamos ao post de hoje: Dreamers. Mas o que significa essa palavra? Essa palavra significa sonhos, isso mesmo, sonhos.
Cada um de nós temos sonhos em nossa vida, como por exemplo cursar uma faculdade, conhecer um ídolo, ter um celular moderno, um computador, enfim todos nós temos sonhos na vida, mas daí tal vez você deva estar se perguntando: Será que um dia vou conseguir realizar meus sonhos? É eu tenho a solução dessa pergunta para você. Sim sonhos são possíveis de se realizar, basta você ter primeiramente fé e também muita persistência, lutar por aquilo que você tanto busca, tanto almeja que sonhos são possíveis de se realizar.
Já realizei alguns sonhos, mas 3 deles ainda não. Meu sonho de conhecer meu espelho, Merula, se realizou; meu sonho de fazer um curso de maquiagem se realizou; meu sonho de ter uma bombinha crono se realizou.
Mas como disse anteriormente, 3 deles ainda não se realizaram, e quais são?
1- Ganhar uma bolsa para cursar medicina
2 - Conhecer Londres
3 -Conhecer o cantor Daniel
Sou formada em técnico em farmácia, sou maquiadora profissional e atualmente estou cursando técnico em química, mas meu sonho sempre, sempre foi ser médica hematologista pediátrica e creio que um dia vai se tornar realidade, creio que um dia isso vai acontecer, eu acredito que um dia vou realizar esses sonhos, tudo é possível para Deus, como disse antes, basta acreditar e lutar para então conseguir realizar o sonho que tanto almeja para sua vida.
Beijinhos e até o próximo post
Fernanda Rebeque Rebello
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Comigo está tudo ótimo, estou muito feliz porque o blog está crescendo, só tenho a agradecer a vocês queridos leitores, muito obrigada por tudo. Sei que estou sem postar a uns dias, mas a partir desse mês terá postagens pelo menos uma vez na semana, mesmo tendo centenas de coisas para fazer do meu curso, irei achar um tempinho para estar sempre atualizando vocês. Sei que estou devendo voltar com o canal do blog, logo voltarei com o canal do blog, estou me organizando para voltar com o canal ainda esse mês, gostaria de pedir imensamente sugestão de vídeos a vocês, qual vocês querem ver primeiro? Por favor, deixem nos comentários abaixo, provavelmente farei uma enquete.
Vamos a postagem de hoje.
Nas pessoas com beta talassemia maior, a esplenomegalia maciça desenvolve-se precocemente, secundária ao aumento da taxa de destruição das células vermelhas e pela presença da hematopoiese extramedular esplênica, podendo acarretar o quadro clínico característico do hiperesplenismo, com encurtamento da sobrevida das hemácias, piora da anemia e/ou de outras citopenias.
Pode ser reversível a esplenomegalia devido a períodos de transfusão de forma inadequada com níveis baixos de hemoglobina. Antes de se considerar esplenectomia, o paciente deve ser colocado em um programa de transfusão adequado para vários meses, de forma a inibir a eritropoese extramedular e, então, ser reavaliado
A esplenectomia deve ser evitada em crianças com menos de 5 anos de idade devido a um maior risco de sepse pós-esplenectomia fulminante, mesmo com antibioticoterapia profilática. A esplenectomia nessas pessoas está indicada quando há aumento de 50% ou mais do requerimento transfusional em um ano. Assim, alguns autores levam em consideração o volume anual de concentrado de hemácias transfundido e geralmente indicam a esplenectomia quando são utilizados volumes superiores a 200 a 220 ml/kg de concentrado de hemácias com hematócrito de 70% ou 250 a 275 ml/kg com hematócrito de 60%.
Esse procedimento cirúrgico propicia a redução do requerimento transfusional. Pode-se considerar na indicação também a presença ou não de sobrecarga de ferro. Se a quelação de ferro for eficaz, apesar do aumento da necessidade transfusional, a esplenectomia pode ser evitada. Nas pessoas com talassemia intermediária, a esplenectomia geralmente é capaz de elevar os níveis de hemoglobina em 1 a 2 g/dL, embora o benefício geralmente seja transitório.
A decisão sobre o método empregado para a realização da esplenectomia deve ser avaliada individualmente, considerando-se os riscos e benefícios de cada procedimento.
FONTE: LIVRO ORIENTAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS TALASSEMIAS BETA
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Vamos a postagem de hoje.
Nas pessoas com beta talassemia maior, a esplenomegalia maciça desenvolve-se precocemente, secundária ao aumento da taxa de destruição das células vermelhas e pela presença da hematopoiese extramedular esplênica, podendo acarretar o quadro clínico característico do hiperesplenismo, com encurtamento da sobrevida das hemácias, piora da anemia e/ou de outras citopenias.
Pode ser reversível a esplenomegalia devido a períodos de transfusão de forma inadequada com níveis baixos de hemoglobina. Antes de se considerar esplenectomia, o paciente deve ser colocado em um programa de transfusão adequado para vários meses, de forma a inibir a eritropoese extramedular e, então, ser reavaliado
A esplenectomia deve ser evitada em crianças com menos de 5 anos de idade devido a um maior risco de sepse pós-esplenectomia fulminante, mesmo com antibioticoterapia profilática. A esplenectomia nessas pessoas está indicada quando há aumento de 50% ou mais do requerimento transfusional em um ano. Assim, alguns autores levam em consideração o volume anual de concentrado de hemácias transfundido e geralmente indicam a esplenectomia quando são utilizados volumes superiores a 200 a 220 ml/kg de concentrado de hemácias com hematócrito de 70% ou 250 a 275 ml/kg com hematócrito de 60%.
Esse procedimento cirúrgico propicia a redução do requerimento transfusional. Pode-se considerar na indicação também a presença ou não de sobrecarga de ferro. Se a quelação de ferro for eficaz, apesar do aumento da necessidade transfusional, a esplenectomia pode ser evitada. Nas pessoas com talassemia intermediária, a esplenectomia geralmente é capaz de elevar os níveis de hemoglobina em 1 a 2 g/dL, embora o benefício geralmente seja transitório.
A decisão sobre o método empregado para a realização da esplenectomia deve ser avaliada individualmente, considerando-se os riscos e benefícios de cada procedimento.
FONTE: LIVRO ORIENTAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS TALASSEMIAS BETA
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