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A Blogueira

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Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 27 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Comigo está tudo ótimo, estou muito feliz porque o blog está crescendo, só tenho a agradecer a vocês queridos leitores, muito obrigada por tudo. Sei que estou sem postar a uns dias, mas a partir desse mês terá postagens pelo menos uma vez na semana, mesmo tendo centenas de coisas para fazer do meu curso, irei achar um tempinho para estar sempre atualizando vocês. Sei que estou devendo voltar com o canal do blog, logo voltarei com o canal do blog, estou me organizando para voltar com o canal ainda esse mês, gostaria de pedir imensamente sugestão de vídeos a vocês, qual vocês querem ver primeiro? Por favor, deixem nos comentários abaixo, provavelmente farei uma enquete.

Vamos a postagem de hoje.

    Nas pessoas com beta talassemia maior, a esplenomegalia maciça desenvolve-se precocemente, secundária ao aumento da taxa de destruição das células vermelhas e pela presença da hematopoiese extramedular esplênica, podendo acarretar o quadro clínico característico do hiperesplenismo, com encurtamento da sobrevida das hemácias, piora da anemia e/ou de outras citopenias.
    Pode ser reversível a esplenomegalia devido a períodos de transfusão de forma inadequada com níveis baixos de hemoglobina. Antes de se considerar esplenectomia, o paciente deve ser colocado em um programa de transfusão adequado para vários meses, de forma a inibir a eritropoese extramedular e, então, ser reavaliado
    A esplenectomia deve ser evitada em crianças com menos de 5 anos de idade devido a um maior risco de sepse pós-esplenectomia fulminante, mesmo com antibioticoterapia profilática. A esplenectomia nessas pessoas está indicada quando há aumento de 50% ou mais do requerimento transfusional em um ano. Assim, alguns autores levam em consideração o volume anual de concentrado de hemácias transfundido e geralmente indicam a esplenectomia quando são utilizados volumes superiores a 200 a 220 ml/kg de concentrado de hemácias com hematócrito de 70% ou 250 a 275 ml/kg com hematócrito de 60%.
    Esse procedimento cirúrgico propicia a redução do requerimento transfusional. Pode-se considerar na indicação também a presença ou não de sobrecarga de ferro. Se a quelação de ferro for eficaz, apesar do aumento da necessidade transfusional, a esplenectomia pode ser evitada. Nas pessoas com talassemia intermediária, a esplenectomia geralmente é capaz de elevar os níveis de hemoglobina em 1 a 2 g/dL, embora o benefício geralmente seja transitório.
    A decisão sobre o método empregado para a realização da esplenectomia deve ser avaliada individualmente, considerando-se os riscos e benefícios de cada procedimento.



FONTE: LIVRO ORIENTAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS TALASSEMIAS BETA
PÁGINA: 115



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