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A Blogueira

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Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 27 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Olá pessoal!! Vamos a mais uma postagem desse ano, dessa vez a postagem vai ser voltada ao intuito do blog, TALASSEMIA! Hoje recebi uma nova edição da revista da ABRASTA e nela tem várias reportagens que vale a pena passar para frente, todas as reportagens e publicações da ABRASTA é de suma importância para nós portadores de Talassemia, seja ela minor, intermediária ou major (maior). Após a postagem, colocarei os créditos finais e o autor da publicação na revista.

Seguir à risca os horários indicados pelo médico para tomar medicamentos é o primeiro passo para garantir sucesso no tratamento.

    Em toda receita médica, além dos remédios, também vem especificada a hora em que eles devem ser utilizados. Você já parou pra pensar o porquê disso?
    Primeiramente, é preciso entender que cada medicamento tem sua própria característica farmacológica, o que determina o tempo ideal de sua ação no organismo. De acordo com a cronofarmacologia, ciência que estuda a hora mais adequada para se tomar os remédios e que objetiva ajustar sua concentração durante as 24 horas do dia ao ritmo biológico do paciente, seguir à risca o horário aumenta a eficácia do tratamento e minimiza os efeitos colaterais.
    Estudos realizados na Universiade de Campinas comprovaram que para algumas doenças, o ideal é se medicar em horários específicos. Por exemplo, os remédios para pressão alta têm melhor efeito durante a manhã e os contra asma, durante a noite.
    Mas, quando o assunto é o tratamento da talassemia, segundo o Dr. Juliano de Lara Fernandes, cardiologista ligado ao Hemocentro da UNICAMP e membro do Comitê Científico Médico da ABRASTA, o fundamental mesmo é seguir as recomendações específicas para cada um dos medicamentos quanto à necessidade de jejum, número e intervalo de tomadas diárias ou tempo de uso da bomba subcutânea.
    "O paciente deve usar regularmente o medicamento, sem interrupções frequentes. A quelação deve acompanha-lo durante todo dia. A não tomada ou uso irregular faz com que o organismo fique mais exposto a um tipo de ferro tóxico, o NTBI", explica o Dr. Juliano.
    O NTBI é um dos maiores responsáveis pela sobrecarga cardíaca e de outros órgãos endócrinos (tireoide, pâncreas, gônadas). "Quando o paciente fica sem o quelante na hora recomendada, o NTBI em excesso entra nestes órgãos e tem sua remoção dificultada. Então, quando o quelante é tomado novamente, ele vai agir no fígado e no ferro normal, mas sua ação sobre o NTBI já absorvido pode ser menor. Por isso a atuação do quelante nas 24 horas é tão importante", explicou o Dr. Juliano.
    É válido salientar que o princípio ativo de cada droga possui objetivos terapêuticos diferentes, e por isso não existe uma hora universal de tomada para todos os medicamentos. Quem irá estipular essa regra é o médico.

Lembretes:

Como vimos, deixar de fazer o tratamento ou realizá-lo em horários incorretos não é uma boa opção. Utilizar os alarmes de relógios, celulares e até mesmo aplicativos podem te ajudar a não esquecer de tomar os medicamentos.
Os recadinhos na geladeira, agenda ou embalagem do remédio também valem, afinal o que realmente importa é seguir à risca o recomendado por seu médico.






Fonte: infoABRASTA, edição 31/ano 9/ Dez - Jan - Fev 2015
Página: 3
Por Tatiane Mota










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