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A Blogueira

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Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 27 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Bom, por esses dias até minhas aulas voltarem, vai ter postagem todos os dias, quando minhas aulas voltarem, as postagens acontecerão umas três vezes por semana.
Sei que estou devendo alguns vídeos para vocês e por essa semana vai ter alguns, entre eles rotina de um talassêmico, rotina do dentista, rotina volta as aulas e creio que hoje (se o computador colaborar e o sr. youtube também) terá o primeiro vídeo de recebidos do canal (primeira parceria) e em breve também terá o vídeo de dicas de maquiagem para a escola/faculdade (dia e noite).

A postagem de hoje vai ser voltada para o título do blog: talassemia. Hoje falarei sobre o acúmulo de ferro no fígado e os cuidados, espero que gostem!

O acúmulo de ferro, como vimos, é bastante prejudicial ao organismo. Mas quando ele acontece no fígado, a atenção deve ser redobrada. Localizado ao lado direito do abdômen, o fígado tem funções múltiplas e fundamentais para o funcionamento do corpo. Dentre elas estão: armazenar glicose, para garantir o suprimento de energia; produzir proteínas nobres, como a albumina, uma substância muito importante por manter a água dentro da circulação e evitar edemas; e filtrar micro-organismos, que são responsáveis por segurar bactérias que transmitem infecções.

Quando há excesso de ferro, o fígado sofre diversas lesões. A regeneração das células é comum neste órgão, mas se a lesão não for tratada, as células mortas, em vez de serem expelidas, são substituídas por um tecido fibroso, causando a chamada fibrose hepática. A cirrose também pode surgir devido ao acúmulo de ferro no fígado, mas o câncer é o que mais preocupa atualmente.

De acordo com o Dr. Kleber Fertrin, hematologista do Hemocentro da Unicamp, nos últimos anos a incidência aumentou nos portadores de talassemia. Aqueles com mais de 40 anos, e portadores de talassemia intermédia, correm um maior risco. "O acúmulo de ferro com certeza é um importante vilão. Para se ter uma ideia, o fígado dos portadores de talassemia absorve cerca de 200mg de ferro, bastante acima do normal. Então, para evitar o hepatocarcinoma (câncer no fígado), é necessário o controle do ferro e a quelação correta. Ter uma dieta balanceada, com uma alimentação que não favoreça o acúmulo de gordura na região, e sempre evitando o álcool, também é importante", disse Dr. Kleber.

Nos estágios iniciais, o hepatocarcinoma é curável. Por isso, é fundamental realizar o monitoramento por meio de exames como ultrassonografia de abdômen, que ajuda no diagnóstico. "O tratamento pode ser feito com a remoção cirúrgica ou por meio da radiofrequência. Nos pacientes em situação muito grave, somente o transplante de fígado poderá ser curativo. Neste tipo de câncer, a quimioterapia é paliativa e definitivamente nós não queremos que o paciente precise chegar nesta fase. Mas é importante ressaltar que, tratar a hepatite crônica ativa, também é fundamental para a obtenção de melhores resultados", comentou o médico.

Retirado do Info Abrasta; Edição 34; ano 11; Jan-Fev-Mar 2016
Página: 6


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